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| Títulos: | Ambientes Virtuais de aprendizagem: O caso da Plataforma Formare da UniPiaget |
| Autores: | Eurisandra, Pina |
| Palavras Chaves: | Ensino Aprendizagem Ambientes Virtuais |
| Datas: | 27-Aug-2007 |
| Publicações: | Universidade Jean Piaget de Cabo Verde |
| Série / Relatório no.: | 006 6 |
| Resumo: | Este trabalho constitui um estudo exploratório sobre as potencialidades e possibilidades
oferecidas pelos ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs), ambientes estes que se baseiam
nas tecnologias em redes e, constituem a mais recente forma de aquisição de conhecimento,
não tendo nem o espaço, nem o tempo como limitações, oferecendo várias possibilidades de
interacção e colaboração, permitindo ao aluno ser autónomo e construtor da sua
aprendizagem.
A interacção e a colaboração são dois aspectos que fazem do AVA um ambiente focalizado
na aprendizagem e, consequentemente, no aluno, onde o professor deixa de ser o transmissor
do conhecimento para passar a ser um mediador, isto é, o elo de ligação entre os alunos e o
processo de aprendizagem e colaboração.
Um outro aspecto de extrema importância para os AVAs e qualquer outra modalidade
educativa é o processo de avaliação, pois este fornece informações que permitem introduzir
correcções e melhorias a todo o processo de ensino-aprendizagem. Nos AVAs, a avaliação
deve ser uma constante e, deve abranger não só as aprendizagens dos alunos, mas sim o curso
como um todo, de modo a poder melhorá-lo e adequá-lo ao perfil do público-alvo.
A estruturação de um AVA implica considerar alguns aspectos que permitem, grosso modo,
ter um AVA eficiente e eficaz, com uma interface aprazível e convidativo.
Com base nos conteúdos teóricos que apresentámos, analisámos um AVA já existente com o
objectivo de fazer um confronto da prática com a teoria, bem como permitir uma melhor
compreensão do trabalho. |
| Descrição: | As constantes mudanças impostas pelas novas tecnologias de informação e comunicação à
sociedade tem facultado o aparecimento de novas tendências e novos estilos de vida. E,
como é óbvio, estas mudanças têm repercutido no sistema educacional, surgindo assim,
novas possibilidades de interacções, possibilidade de uma ampla participação dos
aprendentes no processo ensino-aprendizagem e uma abertura cada vez mais crescente dos
sistemas educativos.
Neste cenário, a educação a distância que, inicialmente, era realizada por correspondência,
utiliza, hoje, como principais ferramentas as tecnologias web, o que possibilita a criação de
ambientes de aprendizagem radicalmente diferentes e com maior grau de abertura, mais
concretamente, os ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs). Na óptica de Lamas e
Sousa (2006), o facto da evolução tecnológica permitir a criação de infra-estrutura capaz
de suportar ferramentas de comunicação tornou mais simples a interacção entre os alunos e
professores. Acrescenta Litwin (2001) apud Caldeira (2004), que divido a evolução
tecnológica, a educação a distância está se configurando como uma forma de ensino-aprendizagem
que depende menos de distância em si e mais de interesses comuns e
oportunidades que os recursos tecnológicos oferecem. |
| URI: | http://hdl.handle.net/123456789/63 |
| Aparece na Colecção: | Memórias de Bacharelato e de Licienciatura
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